14 de dez de 2012

Games Dragon Ball Z! PS3 e Xbox 360!

Vamos jogar? Juntinhos? -n

Leia aqui a Parte 1 sobre Super Nintendo e aqui a Parte 2 sobre Play1 e PS2.

Após os grandes sucessos da franquia no PlayStation 2, os grandes fãs do anime Dragon Ball ficaram todos excitados com a nova plataforma de games. O PlayStation 3 e o Xbox 360 estavam apavarondo com os games novos: Gráficos espetaculares, jogabilidade de outro mundo, jogos muito mais bem feitos, etc.

Como não podia ser diferente, Dragon Ball então ganha seu game para as novas plataformas: Dragon Ball Z: Burst Limit de 2008. Eu nunca joguei esse game, mas pelos vários gameplays que vi parece ser um game com prós e contras em mesma proporção, até mais prós do que contras.

Os produtores de Dragon Ball tentaram inovar novamente. Implantando a mesma ideia do Budokai Tenkaichi 3, eles queriam dar um ar mais Dragon Ball pro jogo. "Como assim?" você me pergunta. A ideia dos games dessa nova geração é genial, mas na prática ficou horrível.

A ideia dos programadores era deixar as lutas mais rápidas e destrutivas, como as do anime, porém foi deixado muito fácil. Em Dragon Ball: Raging Blast 1 e 2, que sairam em 2009 e 2010, ainda se reconhecia os vestígios do Budokai Tenkaichi mesmo muita coisa tendo mudado. A jogabilidade ficou muito diferente, pra pior, o sistema de vida também é diferente, também pra pior, achei os gráficos estranhos, piores que os do PS2 e simplesmente achei o jogo muito complicado para se liberar personagens, que são mais de 100.

Raging Blast 2, na minha opinião, só conseguiu receber boas notas de críticos por possuir um novo OVA integrado ao game e vários personagens novos, de episódios especiais da televisão e do próprio OVA que veio com o jogo. O modo história é confuso e monótono, não tendo que seguir uma linha de acontecimentos, mas sim apenas lutas com qualquer carinha que quiser contra quem aparecer.

No mais novo lançamento, Dragon Ball Z: Ultimate Tenkaichi de 2011, a jogabilidade deixou de ser difícil e tornou-se um game de sorte onde ou você pega o Goku ou o Vegeta para vencer. Não se há mais como criar combos, diversificando qual botão você aperta, só basta 5 Quadrados e um Triângulo para começar uma sequência que era pra ser inovadora, mas, como não varia nenhuma vez, fica repetitiva, cansativa e chata.

Ultimate Tenkaichi possui menos personagens que todos os outros games, de PS2 ou PS3, é apelativo, mas uma criança de cinco anos consegue ganhar de você, e só possui uma coisa de diferente que é você criar o seu personagem. "AH, EU VOU SER UM SAYAJIN!!". Poucas roupas, pouquíssimos cabelos, poucas cores e só há como ser um sayajin. Não há como ser terráqueo, ou namekusejin, ou um demônio, só um sayajin. A história é sem nexo e não adianta você querer falar, é repetitivo e chato.

Após o fracasso do Ultimate Tenkaichi, os produtores viram a merda o que fizeram de errado no game e vão tentar apagar isso da memória dos fãs relançando, com gráficos melhorados, os games de PS2 da linha Budokai. Não sei se serão todos ou apenas um deles, também não sei se o Infinite World, que não recebe o mesmo nome, mas jogabilidade, cenários e até os gráficos são do mesmo, sairá junto. Mas é uma boa jogada de marketing, ainda mais com o novo filme de DBZ saindo ano que vem.

Só espero que tenham aprendido com o Ultimate Tenkachi e relancem um com a mesma jogabilidade de Budokai Tenkachi 3, porque esse sim deu certo, e mesmo que não haja novos movimentos ou cenas épicas de lutas "automáticas" dará certo no PS3.

"Be Happy!"... Se lamentando após o seu priminho apertar 5 quadrados e não ter como você revidar.

Post ao som de: Não ouvia nada.

Nenhum comentário:

Postar um comentário