21 de dez de 2012

Videocast ou Vlog, tanto faz!

Vamos assistir? Juntinhos? -n

Após 19234184019 gameplays, fiz um vlog sobre um assunto, na verdade vários assuntos, mas uma ideia que tive na madrugada do dia 20. Isso era pra ser um post aqui do blog, mas resolvi fazer o vídeo porque... Sei lá porque.

"Verdades que precisam ser ditas" é o nome da bagaça. No vídeo eu falo o que realmente acho sobre alguns assuntos variados:

*Séries: How I Me Your Mother, The Big Bang Theory, The Walking Dead, American Horror Story, Go On, etc.
 *Flmes: Star Wars, Senhor dos Anéis, Hobbit, Mercenários, Click, etc.
*Animes: Dragon Ball Z, One Piece, Naruto, Digimon, Pokémon, etc.
*Música: Legião Urbana, The Beatles, Guns N' Roses, Iron Maiden, AC/DC, Muse, Coldplay, etc.
*Games: PES, FIFA, GTA, Mortal Kombat, Call Of Duty e Battlefield.
*Umas coisinhas aleatórias: Fim do Mundo, Facebook, Funny Boys, Responsabilidades, etc.

Provavelmente em vários pontos você irá discordar de minha opinião, por isso peço que comente.

Não se esqueça de se inscrever no meu canal, de dar joinha e, se tu gostou mesmo, favoritar o vídeo, porque assim eu fico rico e compro uma câmera pra fazer vídeos melhores.

O que achou? Mande críticas, ofensas e sugestões para:
Twitter: @Tiesco_666
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Ó O VÉDIO AQUI:


"Be Happy!"

Post ao som de: Não ouvia nada.

20 de dez de 2012

Afterglow!

Post by: Herminho do Face e/ou Herminho do Twitter.

AFTERGLOW - BLACK COUNTRY COMMUNION (2012)

Black Country Communion é um supergrupo formado pelo baixista/vocalista Glenn Hughes (ex-Deep Purple e Black Sabbath), o baterista Jason Bonham (Led Zeppelin), o tecladista Derek Sherinian (ex-Dream Theater) e Joe Bonamassa.

Os chamados "supergrupos" sempre causam certa desconfiança. Alguns acham que a motivação que une essas estrelas é puramente financeira, enquanto outros criam expectativas exageradas em cima da sonoridade, uma vez que todos são muito bem-sucedidos separadamente. Mas aqui está um caso raro de experiência, técnica e química completamente aliadas.

"Afterglow" é o mais novo trabalho da banda. E, pelo o que parece, será o último. O supergrupo andou tendo alguns desentendimentos - para ser mais específico, entre Joe Bonamassa e Glenn Hughes. Enquanto Hughes afirma que quer um projeto em que os integrantes o levem de forma exclusiva, Bonamassa continua se dedicando à sua carreira solo, deixando a banda estacionada em alguns momentos. Em vários momentos, o frontman deu a entender que Afterglow fecha a discografia da banda.

O fato é que o quarteto preparou um trabalho formidável. "Afterglow" é calcado no Hard Rock dos anos 1970, com uma forte influência de blues. Os riffs são bastante cadenciados e com pausas bem sacadas.

"Big Train" tem um início truncado. Logo a faixa de abertura se revela um Hard Rock malandro e de qualidade. Tem até um momento melódico em seu meio, acentuado pela presença de Derek Sherinian. Mas em sua integridade, se trata de uma paulada. "This Is Your Time" segue com um bom riff com linhas de guitarra e baixo sincronizadas. O refrão, grudento, é potencializado pela exuberante interpretação vocal de Glenn Hughes. Não dá pra acreditar que aos 61 anos ele tenha preservado sua voz tão bem.

A trinca "Midnight Sun", "Confessor" e "Cry Freedom" é o grande momento do álbum, sendo que esta última talvez seja uma das melhores músicas da carreira do grupo. A faixa título, "Afterglow", tem a cara dos dois trabalhos anteriores. Aqui, a influência do Zeppelin toma conta: há uma certa complexidade na composição que remete ao renomado quarteto britânico.

"Dandelion" engana: parece que vai colocar o pé no acelerador novamente, mas o ritmo logo cai. Depois volta frenética e por aí vai. A balada "The Circle" tem show particular de Glenn Hughes nos vocais, só pra variar. Em "Commom Man", Joe Bonamassa divide os vocais com Hughes. Jason Bonham se mostra, mais uma vez, um grande baterista, encarnando o pai (John Bonham) com uma pitada de Neil Peart.

"The Giver" é uma balada menos zeppeliana. Ou seja, tem uma cara mais comercial. "Crawl", truncada e com um peso de forma sedutora, fecha o trabalho com maestria. Destaque para o momento solo de Bonamassa. O guitarrista é realmente diferenciado.

Será uma pena se Hughes e Bonamassa não se entenderem e o Black Country Communion parar de gravar. De qualquer maneira, a banda já fez sua parte e a alegria de muitos apreciadores do bom e velho rock n' roll. Fica a aula para a nova geração.

Para tornar a experiência completa, procure a versão que traz um DVD bônus. Além de um "making of" de 45 minutos com depoimentos dos músicos, trechos de ensaios, temos o Black Country Communion tocando quatro canções do "Afterglow" em estúdio.

A banda postou vários vídeos no YouTube falando sobre o álbum. É só pesquisar. ;)

Post ao som de: Crawl - Black Country Communion

19 de dez de 2012

Gameplay!

Vamos jogar? Juntinhos? -n

GAMEPLAYS, GAMEPLAYS E MAIS GAMEPLAYS. É muito gostoso e fácil de fazer, então vocês verão muito mais gameplays nos próximos dias ou meses, vai até eu acabar o meu estoque de games, ou até eu conseguir comprar um PS3, por isso lembre de dar jóinha e não somente nos gameplays, mas também nos outros vídeos do canal.

O vídeo da vez é um gameplay do game de "lutinha" WWE: Smackdown Vs. Raw 2011, porque eu nunca tive vontade de baixar o 2012. Conhecido por "jogo quebra controles", eu e o Léo, que já fez o gameplay de Killzone comigo, mostramos que é um game difícil, mas não necessário de estragar o seu dualshok.

Gameplay com a participação como Player 2 do Léo Junior e com comentários de Mauro Betting Arnaldo Cézar Coelho Herminho.

Fizemos duas lutas. Uma com meu personagem, o fodástico, Tiesco e Randy Orton Vs. Undertaker e The Rock, só pelo desafio e a outra Tiesco e Rey Mysterio Vs. The Brother Of Destruction naquela cela gigante.

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AQUI O VÉDIO, MANOLOS:


"Be Happy!"... Lamentando como eu por não haver o Jeff Hardy como personagem jogável! =(

Post ao som de: Não ouvia nada.

14 de dez de 2012

Games Dragon Ball Z! PS3 e Xbox 360!

Vamos jogar? Juntinhos? -n

Leia aqui a Parte 1 sobre Super Nintendo e aqui a Parte 2 sobre Play1 e PS2.

Após os grandes sucessos da franquia no PlayStation 2, os grandes fãs do anime Dragon Ball ficaram todos excitados com a nova plataforma de games. O PlayStation 3 e o Xbox 360 estavam apavarondo com os games novos: Gráficos espetaculares, jogabilidade de outro mundo, jogos muito mais bem feitos, etc.

Como não podia ser diferente, Dragon Ball então ganha seu game para as novas plataformas: Dragon Ball Z: Burst Limit de 2008. Eu nunca joguei esse game, mas pelos vários gameplays que vi parece ser um game com prós e contras em mesma proporção, até mais prós do que contras.

Os produtores de Dragon Ball tentaram inovar novamente. Implantando a mesma ideia do Budokai Tenkaichi 3, eles queriam dar um ar mais Dragon Ball pro jogo. "Como assim?" você me pergunta. A ideia dos games dessa nova geração é genial, mas na prática ficou horrível.

A ideia dos programadores era deixar as lutas mais rápidas e destrutivas, como as do anime, porém foi deixado muito fácil. Em Dragon Ball: Raging Blast 1 e 2, que sairam em 2009 e 2010, ainda se reconhecia os vestígios do Budokai Tenkaichi mesmo muita coisa tendo mudado. A jogabilidade ficou muito diferente, pra pior, o sistema de vida também é diferente, também pra pior, achei os gráficos estranhos, piores que os do PS2 e simplesmente achei o jogo muito complicado para se liberar personagens, que são mais de 100.

Raging Blast 2, na minha opinião, só conseguiu receber boas notas de críticos por possuir um novo OVA integrado ao game e vários personagens novos, de episódios especiais da televisão e do próprio OVA que veio com o jogo. O modo história é confuso e monótono, não tendo que seguir uma linha de acontecimentos, mas sim apenas lutas com qualquer carinha que quiser contra quem aparecer.

No mais novo lançamento, Dragon Ball Z: Ultimate Tenkaichi de 2011, a jogabilidade deixou de ser difícil e tornou-se um game de sorte onde ou você pega o Goku ou o Vegeta para vencer. Não se há mais como criar combos, diversificando qual botão você aperta, só basta 5 Quadrados e um Triângulo para começar uma sequência que era pra ser inovadora, mas, como não varia nenhuma vez, fica repetitiva, cansativa e chata.

Ultimate Tenkaichi possui menos personagens que todos os outros games, de PS2 ou PS3, é apelativo, mas uma criança de cinco anos consegue ganhar de você, e só possui uma coisa de diferente que é você criar o seu personagem. "AH, EU VOU SER UM SAYAJIN!!". Poucas roupas, pouquíssimos cabelos, poucas cores e só há como ser um sayajin. Não há como ser terráqueo, ou namekusejin, ou um demônio, só um sayajin. A história é sem nexo e não adianta você querer falar, é repetitivo e chato.

Após o fracasso do Ultimate Tenkaichi, os produtores viram a merda o que fizeram de errado no game e vão tentar apagar isso da memória dos fãs relançando, com gráficos melhorados, os games de PS2 da linha Budokai. Não sei se serão todos ou apenas um deles, também não sei se o Infinite World, que não recebe o mesmo nome, mas jogabilidade, cenários e até os gráficos são do mesmo, sairá junto. Mas é uma boa jogada de marketing, ainda mais com o novo filme de DBZ saindo ano que vem.

Só espero que tenham aprendido com o Ultimate Tenkachi e relancem um com a mesma jogabilidade de Budokai Tenkachi 3, porque esse sim deu certo, e mesmo que não haja novos movimentos ou cenas épicas de lutas "automáticas" dará certo no PS3.

"Be Happy!"... Se lamentando após o seu priminho apertar 5 quadrados e não ter como você revidar.

Post ao som de: Não ouvia nada.

11 de dez de 2012

Gameplay!

Vamos jogar? Juntinhos? -n

Mais um gameplay, dessa vez meio que misturado com um review, com críticas bombásticas e muita apelação por minha parte.

Um vídeo que segue a tendência aqui do Blog sobre os games de Dragon Ball Z. Nada mais justo do que fazer um gameplay do game que eu mais gosto de todos, provavelmente o melhor de todas as plataformas: Dragon Ball Z: Budokai Tenkaichi 3.

Foi realmente difícil de gravar esse vídeo. Um programa dava erro, o outro dava lag, quando eu consegui gravar uma vez, deu pau no áudio, é, cara, não foi fácil. Mas eu consegui e, diga-se de passagem, foi uma baita de uma luta que eu venci, o que é bom.

Fiz um especial de cinco contra cinco dos grandes velhos sayajins contra a trupe do mal do Freeza. Bardock, Rei Vegeta, Celipa (ou Fasha), Vegeta (Scouter) e Goku Turles contra o viadinho transformão do Freeza, Rei Cold, Zarbon, Dodoria e o insignificante do Cui.

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Finalmente vamos ao vídeo:


"Be Happy!"... Admirando minhas modestas habilidades.

Post ao som de: Não ouvia nada.

10 de dez de 2012

Games Dragon Ball Z! PlayStation 1 e 2!

Vamos jogar? Juntinhos? -n

Leia aqui a Parte 1 sobre os games de SNES e aqui a Parte 3 sobre os desapontantes games de PS3/XBox360.

Seguindo o especial sobre os games do anime mais foda de todos, o Dragon Ball, venho neste post falar sobre os vários games nas plataformas PlayStation e PlayStation 2.
 
Fora os vários lançamentos de outras plataformas que nunca me alcançaram, como os vários games pra GameBoy, os poucos pra SegaSaturn e um único de Mega Drive, Dragon Ball chega ao PlayStation 1 pela primeira vez com o genial Dragon Ball Z: Legends em 1995. O jogo, tenho de dizer, era repetivivo bagarai, mas ver a evolução que fizeram para um cenário 3D, mesmo seu personagem só se movendo em 2D, era simplesmente de pirar o cabeção.

Outro game que eu joguei do Play1 era o Dragon Ball GT: Final Bout de 1997, que aliás era a capinha do Super Butouden que eu tinha de SNES. Esse game acho que foi o primeiro a abandonar os personagens desenhados para implementá-los em 3D. A jogabilidade era bem semelhante ao Super Butouden e mesmo com personagens a mais, digo que era bem pior.

Chegamos então, finalmente, aos games de PS2, que não foram poucos. De 10 jogos lançados, podemos separar sete deles em duas categorias: Dragon Ball Z Budokai, que são com lutas em 2D, e Dragon Ball Z Budokai Tenkaichi, lutas em 3D com cenários gigantes. Na linhagem Budokai tivemos 4 jogos e um melhor que o outro, o último da série, Infinite World de 2008, é de tirar o chapéu tanto pelos gráficos quanto pela jogabilidade sensacional.

Na linhagem Budokai Tenkaichi temos três games na sequência que inovaram no modo de se jogar Dragon Ball. Foi implantado um vasto cenário em 3D, quase igual o do Legends de PS1, só que com gráficos muito além da capacidade do PS2, sendo que a câmera se citua atrás do seu personagem, como se fosse um jogo de aventura em 3ª pessoa.

Dragon Ball Z: Budokai Tenkaichi 3 ou Sparking! Meteor, seu nome em japonês, de 2007 foi um sucesso comercial tremendo. É o melhor game já produzido e dificilmente será superado por qualquer sucessor seu que seja feito. É um jogo extremamente difícil de ser jogado, possui mais de 100 personagens jogáveis, muitas coisas para serem liberadas e muitas horas de diversão. Clicando aqui você pode assistir o gameplay que fiz desse jogo, em que eu, modestamente, sou muito bom.

Ainda no PS2 temos um jogo de ideia sensacional só que, infelizmente, foi muito mal feito: Dragon Ball Z: Sagas de 2005. Um jogo de aventura, de passar fases, onde você joga com os guerreiros Z seguindo a história do anime até o fim da saga Z. Como disse, a ideia é sensacional, mas a jogabilidade e os gráficos do game deixam e muito a desejar, é realmente uma pena.

Por último e não menos importante, temos o spin-off de Dragon Ball chamado Battle Stadium D.O.N. que é um game de luta, como não podia ser diferente, em 2D. Além dos personagens de Dragon Ball, esse game, lançado apenas no Japão, possui personagens do famoso One Piece e do polêmico Naruto. É um jogo bem simples com pouca variação, mas é bem divertido jogar. Os gráficos são bons e os poderes são fiéis aos personagens, você não vê o Naruto soltando um Kamehameha, nem o Luffy fazendo uma Chidori ou o Piccolo se esticando, quer dizer, o Piccolo já se estica, então.

Pode se dizer, com certeza, que a saga de jogos do anime para PS2 foram as que mais agradaram os fãs da série e que trouxeram mais pessoas para o mundo de DBZ. Todos os jogos, sem excessão, são bons e merecem ser jogados. Todos respeitam a série como deveriam, proporcionam a diversão que quem gosta espera e principalmente não deixam dúvidas que Dragon Ball Z é o mais foda não importa em qual assunto... Só o filme em Live Action que é uma bosta, mas enfim.

"Be Happy!"... Tentando apagar da mente a decepção que foi Dragon Ball: Evolution.

Post ao som de: Grace - Tony Iommi And Glenn Hughes

7 de dez de 2012

Gameplay!

Vamos jogar? Juntinhos? -n

Seguindo a tendência de falar de games que o blog anda tendo ultimamente, já que o nome é Rock N' Games e tem que haver algo sobre jogos, gravei um gameplay de um clássico do Super Nintedo diretamente de meu console.

Goof Troop, sim o jogo do Pateta e Max que alegrou muita gentinha tempos atrás. Nós obviamente não fechamos o jogo, mas passamos algumas fasinhas, até porque pra fechar o jogo o vídeo ficaria muito comprido.

Vídeo com a participação como player dois do Paulo do vlog sobre Natal do ano passado e com o já de casa, se posso falar assim, Herminho do Face e Herminho do Twitter só assistindo.

Não se esqueça de se inscrever no meu canal, de dar joinha e, se tu gostou mesmo, favoritar o vídeo, porque assim eu fico rico e compro um PS3 pra fazer gameplays melhores.

O que achou? Mande críticas, ofensas e sugestões para:
Twitter: @Tiesco_666
e-mail: coestipimentel@hotmail.com
Facebook: Tiesco Pimentel
Ou nos comentários mesmo! =D

Segue o vídeo:


"Be Happy!"... Tentando imaginar o que a minha gata louca estava fazendo.

Post ao som de: Bite The Hand - Megadeth

6 de dez de 2012

Games Dragon Ball Z! Super Nintendo!

Vamos jogar? Juntinhos? -n

Eu tinha escrito um post só sobre todos os games de DBZ que eu tive contato durante todos os anos como gamer e fã da série, porém o texto ficou enorme e provavelmente assustador para os mais preguiçosos. Então pensei comigo mesmo "Por que não separar por plataformas e fazer um especial 'Games Dragon Ball Z'?". É isso que vou fazer.

A primeira parte vai ser uma pequena apresentação sobre os primórdios do anime no mundo dos videoe meus primeiros momentos como gamer sofrendo com meu SNES para descobrir aonde eu devia entrar pra colocar no fácil no menu em japonês do jogo. Segue a parte 1 do Especial: Games Dragon Ball Z!

Leia aqui a Parte 2 sobre os games de PlayStation 1 e PS2 e aqui a Parte 3 sobre os games de PS3/XBox360.

Todos nós sabemos o que é Dragon Ball Z e o que este clássico anime significa dentro do mundo dos desenhos, mas o que poucos sabem é que Dragon Ball também é uma das franquias mais bem sucedidas de games no mundo.

Dragon Ball existe para os videogames desde os primórdios dos consoles, no NES, ou nintedinho, como ficou conhecido por aqui, já se haviam oito games, lançados entre 1986 e 1992. No Super Nintendo não podia ser diferente e foi alí que os games de Dragon Ball se tornaram o que são hoje.

Apesar de serem apenas 7 os games para o SNES, todos foram sensacionais. A começar pelo primeiro qual eu tive contato, pela fita que eu tinha na locadora (minha locadora de filmes e games de SNES!), Dragon Ball Z: Super Sayajin Densetsu de 1992, que era um RPG que ninguém conseguia jogar, pois era em japonês e naquela época nem "sim" e "não" eu conseguia diferenciar.

Era um simples RPG clássico com gráficos baseados em desenhos mesmo, onde você percorria a saga dos Sayajins, como já diz o nome e, depois de muito upar seu personagem, a saga do Freeza. Eu por não ter paciência para RPG e por não saber japonês simplesmente odiava esse jogo. Você saia voando com o Goku e encontrava Saibamens toda hora, e eu com preguiça, já que a minha fita não salvava, fugia de todas as lutas, então eu chegava no Raditz e tomava um côro, o que me deixava puto bravo. Mas depois de grandinho e manjando das parada eu aprendi a apreciar o bom jogo que é, mesmo que jogando no emuladora pra PC, o que tira a graça.

Já que eu era o único fornecedor de games da pequena cidade de Pinhalão, ou eu tinha os games ou quase ninguém mais tinha. O único outro game de Dragon Ball pra SNES que havia na cidade era o simplesmente sensacional, também em japonês, mas não RPG, Dragon Ball Z: Super Butouden 2 de 1993. O jogo era demais, tinha o Gohan SSJ2, o Piccolo, Trunks SSJ e até mesmo o Vegeta SSJ. Na primeira luta você pegava o Gohan e lutava contra o Goku, que era um personagem secreto. IMAGINEM QUANDO SE DESCOBRE VIA INTERNET QUE DAVA PRA PEGAR NÃO SÓ O GOKU SSJ, MAS TAMBÉM O BROLY!?!

Como qualquer outro game japonês de anime não traduzido, antes de você lutar tinha toda aquela conversa entre os personagens aonde as vezes há de se tomar escolhas e não se tem ideia do que perguntou e o que se foi respondido. Só após muita apertação de A você lutava, e pelo que me lembro era até fácil.

O ponto forte do jogo mesmo era o modo multiplayer, jogar com os amiguinhos. Como o jogo era da locadora, ou seja, meu, eu era o único que sabia soltar o Kamehameha, sem falar que eu arrumava umas paradinhas que até hoje não sei o que significam, mas eu ficava bem mais forte. Eu era imbatível naquele jogo. Pena que a fita estragou. =(

A minha locadora era uma filial de uma de Curitiba, de meus parentes, quase sempre eu ia pra lá e numa das viagens achei o Dragon Ball Z: Hyper Dimension de 1996 que eu nunca gostei, pois era muito mais lento e cheio de personagens muito fortes que na verdade eram fracos. Sem falar das coisas que tentaram implementar, como por exemplo, o fato de em alguns cenários os personagens sempre estarem voando ou as mudanças de cenário durante a luta. Ideia boa, mas no fim saiu estranho.

Esses foram os games que eu joguei no Super Nintendo de fato. Hoje em dia há "Z" emuladores e eu já joguei todos os outros DBZs de SNES, aliás uma grande parte deles traduzidos. Ah, como eram legais os jogos em japonês na época do SNES, você realmente tinha que se virar pra jogar os games que gostava.

Enfim, na próxima parte, que postarei sei lá quando, mas como já está pronta garanto que postarei, falarei dos games de PS1 e PS2 do Dragon Ball. Até lá, então!

"Be Happy!"... Tentando descobrir como diaxos se solta o Kamehameha no Super Butouden 2!

Post ao som de: Voz irritante da Renata Fan.

1 de dez de 2012

Texto Aleatório!

Vamos escrever qualquer merda coisa? Juntinhos? -n

Use isso, você que não sabe ler inglês: Google Tradutor dessa página.

Once upon a time, there was a session in this blog named as "Random Text", and in that session there are some texts whose consist on a basic story of something awful and some songs names connecting the phrases.
But those are all in portuguese and I thought: Why can't I do one in the opposite? So here I am!

You can acess the others stories clicking here, more here, here and for last here.

"I was truly in love. I was blind of love Por Você. I know that I was having a Exagerado behavior, but there was just Um Minuto Para O Fim Do Mundo and Perder Você É Abraçar A Solidão, it's just something I didn't want to... Never.

Oh, Anna Julia, my Moreninha Linda, please Pense Em Mim forever while I'll think just in you. Pra Ser Sincero I was mad with you at first, but when you showed to Carla how it's done, it just Me Pirou O Cabeção. And that was beginning of it all.

I collected all the Evidências and they all leaded to you. My Razões E Emoções collided and I started writing Uma Música. You, with your Borboletas' tattoo, with that Couro De Boi's boots and that beautiful Fio De Cabelo always in your shoulder, made me love you in A Sua Maneira. You became Meu Reino Encantado e Meu Bem Meu Mal.

But, the worst happened and the world really ended. You... You didn't make it... You weren't Imortal like me, it all happened by a Meu Erro and you ended up dead. The hardest part of all it was have to read in your Epitáfio: Eu Nunca Te Amei, Idiota!"

I really have a trend to end my stories sadly. I don't know why, I just do.

Do you know all this songs? Did you understood a shit any piece of it? I didn't... Really.

This text seems pretty simple but it isn't at all, it's really hard write something like that! Why don't you try it and send to me so I can post here while I'm lazy.

[PS.: Yes, I used the Google Translator a little bit.]

"Be Happy!"... Você que não sabe ler inglês e tem que confiar no que o Google Tradutor lhe diz.

Post ao som de: Judas Não Era Um Traidor, Ele Era Apenas Um Ser Humano Com Uma Doença Muito Grave - Rafinha Bastos