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20 de dez. de 2012

Afterglow!

Post by: Herminho do Face e/ou Herminho do Twitter.

AFTERGLOW - BLACK COUNTRY COMMUNION (2012)

Black Country Communion é um supergrupo formado pelo baixista/vocalista Glenn Hughes (ex-Deep Purple e Black Sabbath), o baterista Jason Bonham (Led Zeppelin), o tecladista Derek Sherinian (ex-Dream Theater) e Joe Bonamassa.

Os chamados "supergrupos" sempre causam certa desconfiança. Alguns acham que a motivação que une essas estrelas é puramente financeira, enquanto outros criam expectativas exageradas em cima da sonoridade, uma vez que todos são muito bem-sucedidos separadamente. Mas aqui está um caso raro de experiência, técnica e química completamente aliadas.

"Afterglow" é o mais novo trabalho da banda. E, pelo o que parece, será o último. O supergrupo andou tendo alguns desentendimentos - para ser mais específico, entre Joe Bonamassa e Glenn Hughes. Enquanto Hughes afirma que quer um projeto em que os integrantes o levem de forma exclusiva, Bonamassa continua se dedicando à sua carreira solo, deixando a banda estacionada em alguns momentos. Em vários momentos, o frontman deu a entender que Afterglow fecha a discografia da banda.

O fato é que o quarteto preparou um trabalho formidável. "Afterglow" é calcado no Hard Rock dos anos 1970, com uma forte influência de blues. Os riffs são bastante cadenciados e com pausas bem sacadas.

"Big Train" tem um início truncado. Logo a faixa de abertura se revela um Hard Rock malandro e de qualidade. Tem até um momento melódico em seu meio, acentuado pela presença de Derek Sherinian. Mas em sua integridade, se trata de uma paulada. "This Is Your Time" segue com um bom riff com linhas de guitarra e baixo sincronizadas. O refrão, grudento, é potencializado pela exuberante interpretação vocal de Glenn Hughes. Não dá pra acreditar que aos 61 anos ele tenha preservado sua voz tão bem.

A trinca "Midnight Sun", "Confessor" e "Cry Freedom" é o grande momento do álbum, sendo que esta última talvez seja uma das melhores músicas da carreira do grupo. A faixa título, "Afterglow", tem a cara dos dois trabalhos anteriores. Aqui, a influência do Zeppelin toma conta: há uma certa complexidade na composição que remete ao renomado quarteto britânico.

"Dandelion" engana: parece que vai colocar o pé no acelerador novamente, mas o ritmo logo cai. Depois volta frenética e por aí vai. A balada "The Circle" tem show particular de Glenn Hughes nos vocais, só pra variar. Em "Commom Man", Joe Bonamassa divide os vocais com Hughes. Jason Bonham se mostra, mais uma vez, um grande baterista, encarnando o pai (John Bonham) com uma pitada de Neil Peart.

"The Giver" é uma balada menos zeppeliana. Ou seja, tem uma cara mais comercial. "Crawl", truncada e com um peso de forma sedutora, fecha o trabalho com maestria. Destaque para o momento solo de Bonamassa. O guitarrista é realmente diferenciado.

Será uma pena se Hughes e Bonamassa não se entenderem e o Black Country Communion parar de gravar. De qualquer maneira, a banda já fez sua parte e a alegria de muitos apreciadores do bom e velho rock n' roll. Fica a aula para a nova geração.

Para tornar a experiência completa, procure a versão que traz um DVD bônus. Além de um "making of" de 45 minutos com depoimentos dos músicos, trechos de ensaios, temos o Black Country Communion tocando quatro canções do "Afterglow" em estúdio.

A banda postou vários vídeos no YouTube falando sobre o álbum. É só pesquisar. ;)

Post ao som de: Crawl - Black Country Communion

1 de nov. de 2012

Music From Another Dimension!

Vamos ouvir? Juntinhos? -n

Após alguns anos de confusões entre os integrantes, mais entre Steven Boca de Tilapia Tyler e Billie Joe Perry mesmo, e os últimos discos estando abaixos da média, o Aerosmith volta em 2012 com seu mais novo trabalho em estúdio: Music From Another Dimension!

Mesmo muitas pessoas tentando empregar a ideia na cabeça dos fãs de que o Aerosmith deixou de fazer o bom e velho Rock N' Games Roll, eu vejo esse novo disco como a total prova do contrário.

Billie Joe Perry atua como um verdadeiro maestro durante as quinze faixas do álbum com seus novos riffs combinando perfeitamente com a atual, e ainda muito boa, voz de Steven Boca de Tilapia Tyler.

O disco possui uma estrutura para a venda, como não podia ser diferente. Com músicas bem arranjadas, refrões pegajosos, os famosos "refrões chicletes", e aquelas que não podiam faltar, você sabe né?! As baladinhas estão presentes, e mesmo sendo fracas em comparação com as outras que se tornaram clássicos, não ficam muito atrás.

Não acredito que haja uma música que se torne hit monstruoso que atravesse décadas como as velhas Livin' On The Edge ou até mesmo Mama Kin, porém o Music From Another Dimension! traz essa mesma fórmula de músicas de volta à ativa. Um hard rock característico que fica evidente ser obra do Aerosmith mesmo sem você ouvir a voz marcante de Tyler.

"Oh Yeah", "Beautiful", "Legendary Child", "Lover Alot" e "Closer" são as músicas que mais lembram a "segunda fase", vamos dizer assim, do Aerosmith. Segunda fase essa que foi quando dizem que a banda abandonou o rock para virar pop. Não sei aonde que essas músicas não são rock!

Dentre as baladas, "Tell Me", "What Could Have Been Love" e "Can't Stop Loving You" são as que mais se destacam positivamente. Entre as faixas que lembram o bom e velho Aerosmith dos anos 70/80, "Out Go The Lights", "Luv XXX" e "Street Jesus" são, sem dúvida, músicas fáceis de agradar os chatos que sofrem de síndrome do underground e dizem que Aerosmith morreu nos anos 90.

Coincidentemente ou não, duas das músicas que menos me agradaram foram as duas cantadas por Joe Perry, "Freedom Fighter", que aliás tem uma participação de Jack Sparrow Johnny Depp nos vocais, e "Something". "Another Last Goodbye", faixa que fecha o disco na edição normal, também não me agrada. Ela é apenas uma das baladas que não devia ter sido feita. Carregada ao piano e uns instrumentos clássicos, como violino (único instrumento clássico que sei o nome), ela falha ao tentar ser o hit do álbum.

Mesmo sem levar em consideração toda a turbulência que a banda vinha passando nos últimos anos, como quando Steven Boca de Tilapia Tyler "dinhoouropretizou" antes de ser moda, ou quando o mesmo entrou no American Idol como juíz, e até mesmo os desapontantes últimos discos, Music From Another Dimension! surpreende positivamente e merece muito ser ouvido.

Ele é um puta de um disco que saiu na hora certa pra levantar a moral não só da banda, mas do Rock N' Roll como um todo. Recomendo que compre ou baixe o disco, mas boa sorte pra achar links, já que hoje em dia o arquivo foi upado as 10 e às 17 já está fora do ar!

"Be Happy!"... Desfrutando o bom som que velhos ainda podem fazer!

[PS.: Sobre a capa: Eu simplesmente ADOREI a capa do disco!!]

Post ao som de: Legendary Child - Aerosmith

12 de out. de 2012

Serj Tankian!

Vamos ouvir? Juntinhos? -n

Creio eu que você já tenha ouvido aquela música do System Of A Down chamada Chop Suey, onde todos nós cantamos algo como "wake up (wake up), dakhdkjhdkads make up (make up)". Então, o mano que canta essa parada, um dos poucos que consegue, é o BarbixaMan Serj Tankian, que está atualmente em carreira solo e, diga-se de passagem, está indo muito bem.

Após o último disco lançado pelo carinhosamente chamado SOAD, em meados de 2005, Tankian resolveu tentar algo em carreira solo. Ao contrário de muitos que caem do cavalo, Serjinho do BBB, vem fazendo um bom trabalho, cantando como nunca e com uma banda de apoio digna de acompanhar suas habilidades vocais.

Com três CDs lançados até a presente data, sendo eles Elect The Dead (2007), Imperfect Harmonies (2010) e Harakiri (2012), Tankian não deixa lado toda a revolta contra "o sistema", como faz no SOAD, mas mesmo assim dá uma variada nos temas de suas composições. Não só o quesito composição que dá uma mudada, mas claramente o som é diferente do que congrassou o System Of A Down, mesmo ainda sem sair de dentro do estilo, que eu chamo de Nu Metal.

Deixando de lado a simples composição guitarra/baixo/bateria, Serjinho Groisman incrementa também pianos, instrumentos clássicos (violoncelo, violino, essas parada) e até alguns efeitos eletrônicos, bem escondidos, em algumas das músicas. Apesar do Imperfect Harmonies ter sido chamado de uma bosta ruim e com uma má performance de Tankian nos vocais, ele continuou firme e este ano lança Harakiri, que aliás, é tão bom, senão melhor, que o primeiro disco.

Levando em consideração a melhora do Imperfect Harmonies para o Harakiri, percebe-se que Serjinho Mallandro reconheceu seus erros e conseguiu consertá-los antes de lançar a nova obra.

Eu realmente recomendo o Elect The Dead e o Harakiri para você que gosta de SOAD e/ou pra você que curte um rock mais beirado para o Nu Metal, mas que não é tão pesado assim. É difícil categorizá-los em um estilo, aliás, odeio categorizar as coisas. Você apenas ouve o Serj Tankian cantando e reconhece, sabendo que coisa boa vem por aí.

"Be Happy!"... Conseguindo cantar as músicas da carreira solo dele, que não são tão rápidas e travadoras de língua! YEY!

Post ao som de: Sky Is Over - Serj Tankian

8 de out. de 2012

The Darkness!

Vamos ouvir? Juntinhos? -n

Após uma renca de posts com resenhas sobre filmes, é bom voltar à uns dos tema principais do blog, sabe, né, rock e talz.

Provavelmente você conhece essa banda e também o que se pode considerar seu único sucesso: I Believe In A Thing Called Love, que, diga-se de passagem, tem um clipe sensacional. The Darkness é uma banda inglesa de hard rock nos tempos atuais. Formada pelos irmãos Hawkins, Justin e Dan, a banda trabalha sobre influência muito grande dos fódões ídolos do glam rock oitentista, como Kiss, Poison, Van Halen e até mesmo New York Dools.

Apesar de só ter implacado mundialmente uma música, se você olhar fundo no trabalho da banda perceberá que The Darkness possui muitos outros bons trabalhos. O grupo possui três discos, sendo que o último fora lançado este ano. São eles: Permission to Land (2003), One Way Ticket To Hell... And Back (2005) e o Hot Cakes (2012).

Os discos são bons, não deixam cair a bola. Ouvi todos em seguida, em uns dois dias, e posso dizer, mesmo aparentemente o som dos caras não ter mudado, percebe-se uma evolução muito grande na banda. Acho que não tem um novo hit mundial explosivo como a I Believe In A Thing Called Love, que até tocava em uma novela da Globo, neste novo disco, mas os riffs são bons e Justin Bieber Hawkins continua cantando muito.

Como é de se esperar de bandas de glam rock, os integrantes da banda são todos feios bagarai, os riffs de guitarra são bem marcantes e o vocalista pode, e muito, parecer gay, mas acredito que faça apenas parte do show. Parecendo gay ou não, Justin Hawkins possui uma ótima abtidão para gritos agudos, muito agudos. Pode parecer uma comparação exagerada, mas o agudo dele, apesar que em outra divergente do rock, me lembra muito o de Rob Halford.

Com algumas baladinhas, como não podia faltar, e músicas até alegrinhas, The Darkness continua seu caminho dentro do rock n' roll e vai continuando muito bem. Pode não ser aquele sucesso como foi em 2003, mas é uma banda que merece meu respeito, pois os caras são fodas!

Sou contra a pirataria, na internet e na de verdade, mas se não quiseres comprar os discos dos caras para conhecer, baixe-os. Valem a pena! =)

"Be Happy!"... Believing in a thing called love.

[PS.: Se quiser baixar os discos basta clicar nos nomes e fazer o download.]

Post ao som de: Concrete - The Darkness

30 de mai. de 2012

Rize Of The Fenix!

Vamos ouvir? Juntinhos? -YEP

Post by: Herminho.

RIZE OF THE FENIX - TENACIOUS D

Desde o lançamento em 2006 do filme "Tenacious D in the Pick of Destiny" (No Brasil,  "Uma Dupla Infernal"), Jack Black e Kyle Gass - parceiros da dupla de rock/comédia muito conhecida nos Estados Unidos, TENACIOUS D - têm tentado os fãs do D com a promessa de um novo álbum. Rize Of The Fenix foi finalmente lançado dia 14 de maio de 2012, pela Sony (e muito antes, em streaming na internê), junto com, até agora, 5 vídeoclipes:

"To Be The Best" mostra Jack Black se tornando um astro de Hollywood, enquanto Kyle Gass se torna um louco obssessivo que vai parar em um manicômio e só pensa em reencontrar seu velho amigo. Kyle escapa do sanatório e vai até a mansão de Black para que eles formem novamente uma banda. Com participação de Val Kilmer e Dave Grohl, eles voltam ao lugar de onde nunca deveriam ter saído...DO TOPINHO!

"Rize Of The Fenix" é um clipe muito bom, com vários "defeitos especiais" e um final épico! O melhor vídeo até agora!

"Roadie", a banda procura um roadie para excursionarem juntos, depois lançaram "Low Hangin' Fruit" que é o clipe mais besta (mas também muito engraçado) lançado até agora por eles. Uma verdadeira SALADA DE FRUTAS (desculpem pelo trocadilho...xD).

E o último clipe lançado até agora, foi para a faixa "Rock IsDead", com Jack e Kyle trajados de ceifadores de almas (ou MORTE, como preferirem), com direito à um solo feito por uma caveira muito louca. CLIPE FODÁSTICO!

Outras faixas da bolacha:

Apesar das letras cômicas e tudo mais, o álbum foi muito bem produzido, e a composição das melodias e harmonias (se não são a mesma coisa, né) ficaram ótimas! Álbum EXCELENTE!

"Be Happy!" 

Post ao som de: "39" - Tenacious D

25 de mai. de 2012

Apocalyptic Love!

Vamos ouvir? Juntinhos? -YEP

Post by: Herminho.

APOCALYPTIC LOVE - SLASH FT. MYLES KENNEDY AND THE CONSPIRATORS

 "Apocalyptic Love" marca um novo capítulo na carreira de Slash. Depois do quase fiasco da indução do Guns N' Roses ao Rock And Roll Hall Of Fame no dia 14 de Abril desse ano, ao qual nem Axl Rose (AH, VÁ ¬¬'), nem Izzy Stradlin compareceram, Slash vem novamente acompanhado por uma banda. O guitarrista encontrou um grande parceiro no vocalista Myles Kennedy (Alter Bridge).

"Apocalyptic Love" exala muita energia. As 15 músicas do álbum (versão Deluxe), e 13 na versão normal, exploram caminhos variados, mas sempre com bom e velho rock and roll que Slash sabe, como poucos, fazer com maestria.

O trabalho de composição das músicas ficou a cargo da dupla Slash e Myles Kennedy, mostrando uma criatividade inegável. Slash teve muita sorte, por assim dizer, em encontrar o parceiro ideal em Myles Kennedy. O resultado está na qualidade das músicas. Indo do Hard Rock puro e direto da faixa-título ao balanço malandro de “Bad Rain”, da energia vibrante de “One Last Thrill” a canções grudentas e com cara de hits como “You’re a Lie” e “No More Heroes”, "Apocalyptic Love" conquista o ouvinte de forma instantânea. Entre as faixas, as que mais me agradaram foram “Halo”, a ótima “Anastasia" - provavelmente a melhor de todo o disco -, a balada “Not For Me” (que poderia ser executada por Adam Levine do Maroon 5 ou Chris Martin do Coldplay no vocal, de tão lerda que a música é) e a excelente “Far and Away”, com ecos de Led Zeppelin.

Esbanjando segurança e confiança, Myles varia de maneira constante a sua voz, o que torna o álbum ainda mais forte. Além disso, suas linhas vocais são um destaque a parte, mostrando inspiração de sobra.

Mas, pode admitir: você, que está lendo essa resenha agora e escutou o álbum na íntegra, com certeza imagina o Axl Rose cantando essas músicas. #FATO

Não há exagero algum em apontar "Apocalyptic Love" como o melhor trabalho de Slash desde os "Use Your Illusion", lançados pelo Guns N’ Roses no distante ano de 1991. Consistente e inspirado, o álbum não apenas comprova o talento do guitarrista como comprova o acerto da parceria com Myles Kennedy. Um grande disco, e ponto final!


Show de lançamento oficial do álbum em NYC: http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=-mF4Tf7QiWs

"BE HAPPY" e compre (ou baixe) o disco. VALE A PENA!!!

24 de mai. de 2012

Resenhas!

Vamos criticar? Juntinhos? -n

A partir do momento em que eu escolhi os principais focos do meu blog eu decretei a minha sentença. Rock n' Roll, vídeogames, animes: são todos questões de opinião. Posso gostar de uma banda e você, único leitor do blog, não; posso adorar um game que é odiado por outros.

Apesar de eu não gostar de criticar as coisas e me manter sempre em cima do muro, para um blog desse gênero é necessário que hajam resenhas e tudo mais. Com o tempo fui aceitando essa ideia e tentando sempre escrever uma resenha sobre uma coisa ou outra, mas esse nunca foi o meu ponto forte.

Sempre que é possível eu me recuso à escrever resenhas, deixando que um amigo ou outro meu, que esteja disposto, escreva sobre um CD que ele goste ou sobre qualquer coisa. Eu, particularmente, gosto de muita coisa, mas não sei explicar o porque disso. Simplesmente gosto e pronto.

Escrever resenhas é chato. Ler resenhas de algo que você não está interessado é chato. As vezes você pode até achar uma resenha que alguém escreveu sobre algo que você esteja a fim de ler, porém a opinião do cara pode ser diferente da sua e você desiste no meio, por estar achando que o escritor é chato.

Querendo ou não, meu blog necessita de resenhas, por isso, de vez em quando, eu escrevo uma ou outra, mas nem eu realmente gosto delas. Se eu pudesse, deixava para que só meus amigos escrevessem resenhas, mas se o meu blog não possui a minha opinião ele deixa de ser meu blog e passa a ser daqueles que dão a opinião.

Como disse no post Rock N' Games, manterei minha palavra, cada vez mais entrarei nos principais assuntos a que este blog foi destinado quando criado, portanto, mais resenhas serão necessárias. Prometo que treinarei meus skills nerd mode off e os colocarei aqui, para você, único leitor.

"Be Happy!"... Enquanto espera eu adiquirir exp e subir de nível no skill "resenhas".

Post ao som de: Ainda não se pode ouvir música dentro da sala de aula.

4 de fev. de 2012

A Different Kind Of Truth!

O VAN HALEN entrou em estúdio 12 meses atrás com o produtor John Shanks e o engenheiro Ross Hogarth para trabalhar no primeiro disco do VH com DAVID LEE ROTH em quase três décadas.

O álbum deve sair dia 7 de fevereiro, mas já tem versões digitais, onde você pode baixar (se a SOPA não te prejudicar xD).

Van Halen é uma banda de hard rock norte-americana formada em 1974. Foi fundada pelos irmãos Eddie Van Halen e Alex Van Halen, que mais tarde juntou o cantor David Lee Roth e o baixista Michael Anthony. Van Halen rapidamente chegou à fama com seu primeiro álbum de mesmo nome em 1978. Além de ser reconhecido para o sucesso, a banda é conhecida pelo drama que cerca a saída de antigos membros. As saídas múltiplas de vocalistas David Lee Roth, Sammy Hagar (atual Chickenfoot) e Gary Cherone foram cercados em controvérsia e cobertura da imprensa, incluindo numerosas declarações conflitantes entre os cantores e a banda. Depois da turnê de 2004 com Hagar, a banda estava em um hiato do público até Setembro de 2007, quando o baixista Wolfgang Van Halen (filho de Eddie) foi confirmado no baixo e rumores de que Roth voltaria a banda. Após anos de especulações, Van Halen voltou a uma turnê com Roth na América do Norte em 2007 e em 2008. Em 26 de dezembro de 2011, Van Halen anunciou que lançaria seu novo álbum em fevereiro 2012, além de uma turnê.

Em janeiro de 2012, após 14 anos sem lançar um álbum, a banda anuncia oficialmente o lançamento de "A Different Kind Of Truth", com direito a um show intimista no Cafe Wha, em Nova York. O primeiro single do novo álbum, "Tattoo", teve video clipe lançado ainda naquele mês, sendo a canção vendida pelo i-Tunes. Foi ainda anunciada uma turnê norte-americana, englobando várias cidades dos Estados Unidos e do Canadá.

"A Different Kind Of Truth"

"Tattoo" - O primeiro single e a música de abertura do álbum. Aqueles que assistiram o CSI na CBS  na noite de quarta-feira (24/01) ouviram trechos dessa música. Fala sobre a tatuagem do Elvis que o tio de Roth tinha. Confesso que, quando escutei pela primeira vez essa música, não liguei muito ao fato de ser o Van Halen todo poderoso da década de 80, mas depois, fui me acostumando ao som e posso até dizer: a canastrice típica de David Lee Roth se faz presente, em uma forma de dizer que a fase “romântica” foi para o espaço.

"She's The Woman" - Executada nos recentes shows secretos, traz aquele groove tradicional, remetendo aos bons tempos. Rápida e certeira, para alegria dos sedentos pela era clássica, que podem conferir um Eddie Van Halen em chamas!

"You And Your Blues"  -  Hard Rock melódico com David Lee Roth promovendo variações em sua voz com aquele timbre facilmente reconhecível. Uma sonoridade mais atualizada em comparação às anteriores, mas sem descaracterizar o estilo.

"China Town" - A música mais rápida do álbum, e um dos primeiros previews que saíram antes do álbum ser disponível na íntegra, pela internet (ou o que sobrou dela). Impossível não empunhar a air-guitar com orgulho. Riffs matadores do Sir. Van Halen!

"Blood And Fire" - Foi só essa faixa surgir que os fãs mais ferrenhos do Van Halen se atentaram que, assim como “Tattoo”, ela também é reaproveitada de uma ideia antiga. A música foi baseada em “Ripley”, faixa instrumental criada por Eddie Van Halen  para o filme "The Wild Life", de Cameron Crowe, lançado em 1984. Ela não chegou a entrar na trilha sonora, mas tem pequenos trechos executados durante a película. Candidata em potencial a futuro single. Melodia fácil e eficiente, refrão festeiro e performance irrepreensível da banda.

"Bullethead" - Outra acelerada. Em apenas 2min. e 31 seg. é Rock and Roll em sua mais pura e verdadeira forma! Se você não estiver preparado, ela lhe jogará para trás com seu início arrasa-quarteirão.

"As Is" - As batidas características de Alex Van Halen iniciam um som que remete ao que de melhor a banda fez em sua discografia. Destaque para David e seus vocais sussurrados.

"Honeybabysweetiedoll" - Com um início bem estranho, diga-se de passagem, é uma verdadeira aula de swing, com Wolfgang mostrando que tem o “sangue real” correndo pelas veias. Um verdadeiro cala-boca aos detratores, que sequer deram uma chance para o garoto mostrar seu potencial e já saíram atirando pedras. Nas partes susurradas da música, não sei por que, mas me lembrei do Slipknot (que os saudosistas me perdoem).

"The Trouble With Never" - As harmonias vocais marcam a ferro e fogo a faixa que traz um dos melhores solos de Eddie em todo o disco. Chega a lembrar momentos da carreira solo de Dave – os melhores, é claro. Uma das melhores do disco.

"Outta Space" - Riff clássico e matador para abrir os trabalhos. Vocais altos e cozinha conduzindo a locomotiva (um pequeno trocadilho com a capa) com maestria.  É o Hard Rock em sua mais pura definição!

"Stay Frosty" - A música apareceu no episódio do CSI "Willows in The Wind", juntamente com a música "Tattoo". Um violãozinho pra dar uma desacelerada. Mas não quer dizer que a música seja um "melado" como muitos devem pensar quando a música é acústica. Essa faixa é um Blues Rock de alta qualidade. Mas ela não fica desacelerada por muito tempo!

"Big River" - Mais uma candidata a single. É Van Halen dos primeiros discos em sua mais pura forma. Daqueles sons que fazem a vida valer a pena. Trata-se de "Big Trouble", também conhecida como "Big River", música cedida por Gene Simmons (KISS) que a banda "reciclou" lá dos anos 70.

"Beats Workin'" - Remetendo a “Jamie’s Cryin’”, com direito a uma homenagem disfarçada aos Beatles (Wolf faz o riff de “Day Tripper” no baixo antes do solo de guitarra), a saideira do álbum mantém o digno nível.

Em suma, A Different Kind Of Truth é um excelente trabalho da banda, que mostrou a todos que ainda é capaz de lançar ótimos álbuns e que ainda tem fôlego para continuarem na ativa por muitos anos e tomara que continuem assim.

Be Happy!

Post by: Herminho

Post ao som de: Paranoia II - Raul Seixas

28 de nov. de 2011

Here And Now!

Vamos ouvir? Juntinhos? -n

Here And Now é o 7º álbum de estúdio daquela bandinha canadense fazedora de baladinhas que na verdade quer fazer sucesso com um Hard Metal (letras de Hard Rock com guitarras de Metal), mas não consegue.
Quer saber mais sobre o Nickelback, clique aqui e leia um pouco.

Agora que você já se informou (ou não) sobre a banda vou à resenha desse novo CD. O disco continua com todo o Metal que o Nickelback tenta impor, continua com as baladinhas que são indispensáveis e também continua com o vocalista mais estranho do mundo da música. Nem pelas ações, ou roupas, o Chad Kroeger simplesmente não combina com si mesmo. Víde essa foto:

Voltando ao disco: o álbum começa com This Means War. Como você já deve imaginar é uma das músicas "Wannabe Metal". Mesmo possuindo uma base de verso calma, o refrão é gritado. Toda música que possui "War" no nome meio que obrigatoriamente tem de ser pesada, mas enfim...

Chega a vez de Bottoms Up, música pop com guitarras distorcidas e um riff fácil e provavelmente simples de ser execultado. Não é uma música que impõe muito respeito no verso e muito menos no refrão, mas possui um solo destrutivo de guitarra a lá Kirk Hammet. Não por ser comprido, mas por usar o mesmo efeito a 248438743154687973 anos. Solos como esse são visto nos outros álbuns do Nickelback.

When We Stand Together: baladinha de três notas que só está no álbum pra vendê-lo. A única hora que você pensa que entrará outro acorde o violão para e fica só a bateria, no mesmo ritmo. Depois volta o violão e começa o "Eeh, yeah, yeah, yeah, yeah" tudo de novo.

Midnight Queen é uma música forte com um pré-refrão igual o de outras músicas do próprio Nickelback, mas é uma música que lhe dá um up. Gotta Get Me Some já é o contrário, é uma música devagar, mas não calma com riff simples, mas ainda na área do Rock e não das baladas.

Lullaby é mais uma das baladinhas do disco. Ela lembra e MUITO outros "clássicos", se podemos chamar assim, da banda. Não por ser igual, mas é da identidade da banda. Possui até pianinho! =D. Pra mudar o nível chega a Kiss It Goodbye, música que tenta impor um riff mais pesado do que ele realmente é.

Das quatro últimas músicas, três delas são baladas. As músicas Trying Not To Love You, Holding On To Heaven e Don't Ever Let It End trazem o que dizem que a banda sabe fazer de melhor: suas baladas. Com letras "emocionantes" e quase nada de guitarra essas músicas devem de ser os próximos singles, quase certeza.

A penúltima música, sendo que a Don't Ever Let It End é a última, é a Everything I Wanna Do, que começa balada como as outras, mas adquiri uma certa força ao decorrer de seus 3 minutos e 26 segundos.

No geral, Here And Now, é um bom disco, possui baladas, muitas baladas, aliás, possui músicas Wannabe Metal e também possui uns efeitos de voz toscos. Ainda fica atrás do Dark Horse de 2008, mas é uma experiência legal, pra você que gosta das músicas que todos conhecem do Nickelback.

Não vou postar o link pra download porque é crime! (Y) Mas para ouvir as músicas basta clicar em seus nomes!

"Be Happy!"

Post ao som de: Everything I Wanna Do - Nickelback

1 de nov. de 2011

Noel Gallagher's High Flying Birds!

Exatos dois anos depois do fim de uma das mais bem sucedidas bandas de rock dos anos 90, quiçá de todos os tempos; o Oasis ‘voltou’ a ser assunto, primeiro pelo disco do irmão mais novo,Liam Gallagher, com o seu Beady Eye, que é basicamente o que sobrou doOasis, sem Noel.

Já o irmão mais velho demorou um pouco mais pra lançar seu disco solo, intitulado Noel Gallagher’s High Flying Birds. E sem sombra de dúvida, cada dia de espera valeu à pena. O disco deNoel é disparado o melhor álbum do ano, e a julgar pelo que outras bandas vêm fazendo por aí, é bem provável queHigh Flying Birds seja um dos melhores discos da década.

Se por um lado Liam resolveu investir em algumas velhas fórmulas que sempre deram certo com oOasis, Noel resolveu inovar e mostrar porque é o mais talentoso dos Gallaghers, fazendo um disco experimental e conceitual, daqueles que marcam época.

É bem verdade que algumas músicas fazem lembrar as baladas cantadas por Noel nos tempos deOasis. É algo até bastante natural, porque por mais que ele atire pra todos os lados, alguma hora vai acabar voltando no que sabe fazer de melhor. Além do que, não é segredo pra ninguém que algumas das músicas de High Flying Birds estavam escritas desde os tempos de Dig Out Your Soul, como If I Had a Gun e também a lendária Stop the Clocks, que existe desde muito antes disso mas nunca foi lançada oficialmente pela banda, embora haja uma coletânea de mesmo nome.

Considerações sobre The Death of You and Me: A julgar pelo título da faixa, poderíamos até dizer que Noel escreveu essa música numa tentativa de atingir Liam, ou até mesmo um pedido de desculpas, do jeito Noel Gallagher de ser. Mas esse boato já foi negado por Noel inúmeras vezes. Em todo caso, musicalmente falando, a faixa em questão até tem uns toques de The Importance of Being Idle (Don’t Believe the Truth, 2005), mas traz consigo instrumentos de sopro e uma levada até meio folk em algumas partes.

Sabe aquelas músicas que marcam uma geração e as pessoas cantam o refrão por anos e anos? Aquele refrão pra ser cantado em estádios? (I Wanna Live in A Dream in My) Record Machine, que é outra das que existe desde os tempos do Oasis, é uma dessas músicas, no caso, tem um grandessíssimo potencial pra ser.

E quando pensam que a criatividade, digo, a genialidade de Noel Gallagher chegou ao fim, ele mostra que não, e que ainda é uma verdadeira máquina de escrever hits. Prova disso é AKA... What a Life, que soa como uma continuação de Falling Down (Dig Out Your Soul, 2008).

No restante do disco, o que se segue é um festival de grandes músicas, que muitas bandas dariam um braço pra compor algo semelhante e que nas mãos de Noel Gallagher, algumas delas não viram nem single, seguem esquecidas no meio da obra.

Considerando tudo isso, pode-se afirmar sem medo que Noel Gallagher mais uma vez acertou a mão, e mostra que pode ter uma carreira solo tão gloriosa quanto a que teve durante mais de quinze anos com o Oasis.

Já Liam e seu Beady Eye, que fez um bom debut álbum, vai ter que trabalhar muito se quiser seguir fazendo concorrência ao Gallagher mais velho.

Post by: @javierfreitas

[PS.: Esse post também pode ser encontrado em javieragainstheworld.blogspot.com. Ele "vendeu" o post por esse merchan! =D]

27 de mai. de 2011

Born This Way!

Vamos ouvir? Juntinhos? -n

Vocês já sabem que eu curto ouvir uma música ou outra da Lady Gaga de vez em quando. Vocês também sabem que ela lançou seu novo CD recentemente. E eu como mais um curioso, baixei o CD para ver se tinha alguma coisa que prestasse ou, no mínimo, algo que valesse a pena comentar.

Então, com o CD MP4 em mãos (isso antes dele estragar) pude escutar o álbum com calma e olhos, ou no caso ouvidos, clínicos. Não vou mentir que superestimei o álbum, já que os singles foram bons, achei realmente que o resto do álbum seria tão bom quanto, mas não foi.

Vou falar só das músicas com uma certa "importância", já que estou falando do 'Born This Way (Special Edition)' que possui 22 ou 23 músicas, não me lembro ao certo. E só um aviso: É difícil fazer uma resenha de um disco Pop, até porque não conheço muito sobre esse estilo.
Pra começar, acho que de 22 no mínimo 13 das músicas dizem, ao menos uma vez, "Jesus", ou "Jesus Cristo". Se foi porque ela é satanista ou porque ela só quer repercutir eu não sei.

A Marry The Night, faixa 1, que começa calminha e agita do nada, como qualquer outra música Pop. Da pra pular no refrão de boa e a bridge tem até uma guitarrinha. Em seguida Born This Way, que eu prefiro e muito a versão "Country Road", que vem no 2º CD, tem até gaita! (Y)

Government Hooker, faixa 3, é MUITO ruim. O sonzinho estranho que seria o "Riff" lembra e MUITO a musiquinha do BomberMan de SNES. Judas é a 4ª e todo mundo já a conhece, next one. Americano vem depois, é cantada uma boa parte em espanhol, e propositalmente lembra músicas latinas. É legal ela! "Laralalalalóh"

Hair é a primeira música que tenta reviver Kenny G, pois começa com um solinho de Sax. É uma boa música e possui uma boa letra, e sim, eu já li. A próxima é Scheiße que tem uma boa parte da letra em alemão. O refrão é legazinho, mas o verso estraga a música e muito.

A Blood Mary começa como uma música de filme de terror com comédia, no verso não muda muito, fica sombria no pré-refrão e não agita no refrão. Não se dá pra ouvir essa música pulando tu brocha, mano, mas é uma música boa. Ao contrário da Bad Kids, que tem uma intro até legalzinha, que lembra algum game de SNES, mas o resto da música a estraga.

O backing vocal da Fashion Of His Love dá um charme legal ao refrão, que lembra alguns clássicos do Pop. Não há muitos efeitos sonoros nessa música. Que nem já disse algumas vezes: Quanto mais simples, mais legal uma música Pop é!

A Heavy Metal Lover foi a maior decepção. Pelo nome e pelas fotos que saíram da Gaga junto a integrantes do Iron Maiden, cheguei a cogitar que essa música seria de Rock, MAS NÃO!!! Além de não ser Rock N' Roll a música é ruim.
Porém Electric Chapel tem um Riff muito foda de guitarra, ele sai no meio na música e a música dá uma piorada legal. Quando a guitarra volta, o Riff muda e se lembra Judas Priest, então começa um solo de guitarra MUITO FODA, sério. E a música acaba tão foda como começou.

The Queen, faixa 15, é legal tirando o pedaço em que a Lady Gaga imita um pato: "que-que-que-que-que-quequeen". No final da música ela muda drasticamente, ficando ainda mais legal. Um fato interessante, Lady Gaga tem esse nome por causa da "Radio Gaga", do Queen, e em um pedaço da letra ela diz "Killer Queen", nome de outra música do Queen.

You tem trema nesse "U" And I é a melhor música do álbum, indiscutível. Tem guitarra, bateria que não é eletrônica, piano e até o backing vocal é legalzinho. O solinho simples, mas eficaz por baixo do Refrão final é realmente bom. Outro fato, que eu acho positivo, é que a música lembra um pouco a We Will Rock You, do Queen. Não por ser parecida, mas sim pelo estilo.

The Edge Of Glory é apenas mais uma música boa em um CD mais ou menos. Tem até um solo de Sax a lá Kenny G e não vou dizer que estraga a música, mas se fosse de guitarra "quessá" ficasse mais legal?!

Recomendo você a não baixar o CD, mas sim ouvir as músicas separadamente e baixar só as que você gostar, porque o arquivo desse CD é pra mais de 200MB. As "essênciais" são Born This Way (Country), Americano, Hair, Fashion Of His Love, Electric Chapel, The Queen, Yoü tem trema nesse "U" And I e The Edge Of Glory

Resenhas são difíceis de fazer, algumas são chatas de ler, e essa aqui é os dois. Demorei 3 horas e meia pra escrever isso em uma Lan House cheia dos pés à cabeça de moleques de 12 anos e meio, mas isso não é desculpa. Sorry, anyway.

"Be Happy!"

[Sobre a foto: Essa não é a capa do álbum, mas é a melhor foto relacionada a ele.]

Post ao som de: Não ouvia nem meu pensamento enquanto escrevia esse post!

18 de abr. de 2011

Wasting Light!

Vamos ouvir? Juntinhos? -n

Wasting Light, lançado dia 12 de Abril de 2011, é o sétimo álbum de estúdio do Foo Fighters. Segundo o próprio Dave Grohl, vocalista da banda, o CD é o "mais pesado" de todos. Isso se deve ao fato de que Grohl é fã de Heavy Metal e queria colocar um pouco disso no álbum.

O CD conta com 11 faixas e 12 na versão International Superstar Soccer Deluxe.
É o primeiro CD da banda que inclui o avulso do Pat Smear como integrante oficial. E isso porque ele já tocava com a banda em meados de 1997, quando a banda foi criada. Ele voltou com a banda em 2006 e participou das gravações e da turnê do "Echoes, Silence, Patience & Grace" (2007).

O álbum tem a participação de Krist Novoselic tocando contra-baixo na faixa I Should Have Known. De famoso mesmo só ele.

Bridge Burning é a primeira e logo de cara já dá para ter uma ideia do que virá pela frente. Com guitarras rápidas é uma boa música. Refrão pegajante, bom riff, bateria muito acelerada e com o Dave gritando em boa parte dela.

Em seguida vem a Rope, que foi o primeiro Single do disco. Uma música bem alternativa, com um riff "estranho" e um com um efeito na voz do Dave para se cantar o verso. Ela possui o solo mais foda do álbum. Aliás, é quase a única música com solo.

A Dear Rosemary é uma das melhores, bem ao estilo Foo Fighters mesmo. Calma, dentro do "normal" estipulado pela banda ao longo de sua carreira. Com direito a solinho na Intro e no Refrão. Uma música pra entrar em algum Best Of futuro.

White Limo é o segundo Single do álbum e também já possui videoclipe. Pode classificar ela como Screamo, mas com guitarras não tão pesadas. Seguida de Arlandria, que é bem oposta. A música é boa, tem o melhor refrão do álbum.

These Days, não sei porque, me lembra um pouco a Times Like These. Acho que ela foi feita para a Rádio, sácas? Musicalmente ela não tem nada a ver com a Times Like These, mas vamos tratá-la como a "Times Like These II", tipo a Unforgiven do Metallica. Só pra esclarecer não li a letra.

A 7ª é a Back And Forth que tem aquele clássico verso com guitarras "abafadas", como costumamos chamar, que vão crescendo aos poucos. Uma música que está no álbum só por estar, pois não acrescenta nada de mais ao mesmo. Back And Forth também é o nome do documentário sobre a banda, lançado pouco tempo depois.

A Matter Of Time é uma música com riffs bem simples, mas ao mesmo tempo, gostosos de se tocar. Ela segue o mesmo estilo da Back And Forth, música com verso abafado. Mas o refrão é muito bom, mesmo!

Apesar das viradas estranhas, a música Miss The Misery pode ser considerada a melhor do álbum só pelo verso, refrão e "bridge". É uma das poucas músicas com solo, mesmo que bem discreto.

A I Should Have Known vem em seguida com um verso muito bem trabalhado, apesar de repetir I Should Have Known quase que a música toda. Deve ser por isso que esse é o nome. É uma música bem calma e possui até violino. É nela que Krist Novoselic participa tocando contra-baixo.

A última, na edição normal do disco, Walk, é aquela música que lhe coloca pra cima. Realmente ela te dá um Up conforme acelera. A letra deve ser sobre algo a ver com superação e coisas assim. Se não é deveria ser. A única música que dou certeza que quase todos que ouvem Rock N' Roll podem gostar.

A Bônus, que só vem na versão International Superstar Soccer Deluxe é a Better Off, também pensei na Best Of You quando li o nome. Segue bastante o estilo do álbum. A voz do Dave lembra um pouco a do Ozzy no verso. Tenho a impressão de já ter ouvido um verso MUITO IGUAL em alguma outra música, só não sei qual. Apesar de tudo, não é lá tanta coisa.

A banda fez uma apresentação OnLine aonde toca, muito bem por sinal, todas as faixas do álbum, menos a Better Off. Você pode assistir clicando aqui, recomendo.
É um bom disco. Ouça, baixe e/ou compre-o! =D

Post ao som de: Dear Rosemary - Foo Fighters

27 de jan. de 2011

(What's The Story) Morning Glory!

Vamos ouvir? Juntinhos? -n
 
Volta e meia esse disco encabeça listas de melhores albuns de todos os tempos. Há quem, mesmo que não seja crítico musical, que pregue aos quatro cantos do mundo que esse é o melhor disco de todos os tempos. Do que estamos falando? (What's the Story) Morning Glory, do Oasis.

Entre singles lançados mundialmente ou apenas em alguns países, o disco tem 6 singles. Roll With It, Wonderwall, Don't Look Back In Anger, Some Might Say, Morning Glory e Champagne Supernova.
Por esse motivo, Morning Glory mais parece um Greatest Hits, de tantas musicas boas que tem. She's Electric, Hello e Cast No Shadow seriam hits fáceis. Tanto que são algumas das faixas mais queridas dos fãs em toda a discografia da banda.

A unica mais fraquinha é Hey Now, mas nem por isso deixa de ser uma boa faixa. Ela simplesmente não acompanha o nível das outras.

Entre baladas épicas e momentos do mais puro rock n' roll produzido na terra da Rainha, (What's the Story) Morning Glory foi um dos grandes discos do movimento musical britânico nos anos 90 chamado Britpop.
E se nos anos 90 ele era um ícone apenas pra uma geração alternativa de pessoas mais jovens, hoje Morning Glory é um clássico, "disputando" de igual pra igual com outras grandes bandas como The Who, Beatles, Queen, Led Zeppelin, dentre outros.


Post ao som de: Roll With It - Oasis

18 de out. de 2010

The Final Frontier!

Vamos ler? Juntinhos? -n

E aí, 'belêz'?
A muito tempo estou devendo este post a um amigo meu, como na minha pauta (dez minutos atrás, com uma garota no MSN) não surgiu nenhum assunto... Falarei sobre o 'novo' disco do Iron Fucking Maiden.

O CD de nome "The Final Frontier" é o 15º albúm de estúdio dos fodões Maidens. Lançado em 16 de Agosto e já tem até video clipe da música que dá nome ao albúm.
Possui 10 faixas, ou 11, já que a primeira música são duas-em-uma: Satellite 15... The Final Frontier.

Satellite 15 é uma música ruim, se não fosse fã de Iron, não escutaria o resto do albúm por causa dela. Não faço idéia de como Steve The Master Harris se convenceu a tocar uma introdução a lá Muse.
Após a conturbada Satellite 15, logo em seguida na mesma faixa, vem a 3ª melhor música do albúm, The Final Frontier.
Nessa música Bruce Dick-in-son mostra que com o envelhecer sua voz melhora, e muito! Ao contrario de alguns vocalistas por aí.

Após uma 'Jamzinha' no final da The Final Frontier, começa uma JAM, que já é a faixa seguinte "El Dorado".
El Dorado é a música 'cavala' do disco (por ser cavalgada, capitch?). Enquanto as guitarras tocam o Riff, Steve The Master Harris toca a cavalgada.
El Dorado tem um refrão bem marcante, e pegajoso.

Mother Of Mercy considero só mais uma música do Iron. É boa, como quase todas as outras, mas não me agrado muito com seus Riffs, apesar que Bruce Dick-in-son detona no Refrão.

Coming Home, a 4ª faixa, é realmente boa. Sua introdução é meio estranha... Mas nada que não seja consertada pelo seu verso lento e calmo, pelo menos na 1ª vez que é tocado. Sua levada é bem estilo "Bang Your Head". Com uma guitarra solando no Refrão, fica uma coisa impressionante, junto com a voz do Bruce, que consegue após um puta grito cantar o verso calmo denovo.

The Alchemist desagradou muito mais gente do que agradou. Não sei porque... =S. Acho que está no mesmo nível de Coming Home ou da Mother Of Mercy, só que é uma das mais 'agitadas' do albúm. Com um verso cantado relativamente 'rápido'. O Refrão nem é gritado como o de costume.

Isle Of Avalon, 6ª faixa, tem uma parte instrumental bem grande no começo, Bruce sendo pouco utilizado. A guitarra no verso é bem simples, acompanhado por um jeito também simples de cantar. A música tem um refrão simples e muito bom, sem grandes regalias como solos ao fundo nem nada.

Starblind, 2ª melhor faixa do disco. Começa calminha e parece que não leva a lugar nenhum. O Riff fica pesado e o verso continua. Com o mesmo Riff do verso, mas cantada de modo diferente, o que é difícil de se fazer, começa o Pré-Refrão. O Refrão é quase que falado, mas as guitarras solando ao fundo deixam-o mais foda legal do que muita música por aí.

The Talisman é aquela música que está lá, fica escondida entre duas fodásticas e você quase nem a percebe, apesar de seus 9:03 mins. Mas aos poucos você se pega cantarolando-a mesmo sem lembrar que ela... É ela.

The Man Who Would Be King introdução calma, chega a lembrar algumas clássicas como Hallowed Be Thy Name, não por ser parecida, mais pelo estilo mesmo. Tem um Riff bem simples também, e um solinho na introdução que acho até 'pegável' (quando digo 'pegável' me refiro a eu tirar o solinho na guitarra). Tem provavelmente o melhor Refrão do Cd, mas a chamada 'Ponte' para o solo é bem estranha, legal mas estranha. Com Bruce gritando um 'aaaaaaaa' em estilo Backing Vocal e uma guitarra solando.

When The Wild Wind Blows, 11:02 mins de música da melhor qualidade! Tem uma introdução estrainha, mas quando começa o Riffizinho do verso... Se vê a qualidade da música. Com uma guitarra sempre solando no ritmo em que Bruce canta, a música fica muito bem marcada.
Sem falar que a letra é foda demais! A música, se for parar pra pensar, não tem Refrão. =S. Mas está bem servida, com um versos e solos de arrepiar.

Obviamente cada faixa do albúm tem ao menos um solo. Eu, apesar de guitarrista, não sei descrever muito bem. Iria ficar falando do Feeling e só... xD.

Recomendo que você compre e/ou baixe o disco, porque realmente RECOMENDO MASTER! =D

"Be Happy!"

Post ao som de: When The Wild Wind Blows - Iron Maiden