12 de abr. de 2013

Gamer, Não Assassino!

Me deixa jogar GTA! =(
Vamos ler? Juntinhos? -n

Antes de tudo venho por meio deste pedir desculpas pela falta de posts. Estou em semana de provas (mentira), tenho estudado muito (também mentira), me tem faltado tempo e criatividade (parte verdade isso) e tenho preguiça de postar (MUITO verdade).

Como os mais chegados meus devem saber, eu fiz o concurso pra Polícia Militar, sim, talvez eu vá dar uns técs em corinthianos criminosos por aí. No concurso fiz a redação e tirei uma nota absurda. Nunca pensei que conseguiria algo assim, até porque sou bem pessimista. O tema é sobre a violência que os games trazem pras pessoas e como isso as influencia, blablabla, papo de mídia contra os games e etc.

Já que fala sobre games, vou escrever a redação aqui, porquê não?! Segue abaixo minha defesa aos games, tão injustiçados hoje em dia.

"Na sociedade em que vivemos a tecnologia está presente em todos os momentos. Essa tecnologia foi desenvolvida principalmente pensando em facilitar o nosso dia-a-dia, mas ela não se restringe apenas a isso, o nosso lazer é, muitas vezes, proporcionado por produtos criados a partir dessa tecnologia, os videogames são um exemplo.

Os videogames proporcionam a diversão de nuitas crianças e adolescentes por todo globo, porém há muita discussão em cima disso. Os games de hoje em dia são muito apelativos e, cada vez mais, próximos de nossa realidade, com gráficos realistas, cenários baseados em cidades reais, etc. Muitos pais afirmam, que ao jogar games violentos, seus filhos tenderão à imitar os atos do 'herói' do jogo.

O game GTA (Grand Theft Auto), por exemplo, é famoso pela sua extrema violência. Porém jogar a culpa nos games é fácil. Esse jogo citado é apenas indicado para maiores de dezessete anos, e nessa idade uma pessoa só é influenciada pelo game se tiver mente fraca.

Videogames não são de todo mal, eles lhe ajudam, por exemplo, a tomar decisões mais rapidamente, melhoram seus reflexos, ajudam no aprendizado de uma língua estrangeira. Os pais veem casos isolados que a mídia mostra e tiram conclusões precipitadas. Vamos imaginar quantas pessoas no mundo jogam qualquer joguinho de qualquer plataforma. Se a afirmação de que games influenciam tanto assim as pessoas e as torna violentas, teríamos muita gente vestida de mago por aí brigando por potes de ouro. Games não tornam uma pessoa violenta, você pode sim ficar irritado ao perder, mas não confunda um assassino com um gamer."

"Be Happy!" =D

Post ao som de: The Zoo - Scorpions

28 de fev. de 2013

XBox 360!

Vamos jogar na casa do amiguinho? Juntinhos? -n

Antes de tudo eu não gostaria de me desculpar pelo tempo sem postar nada. Sei que ninguém entra no blog todo dia pra ver se tem post novo, então foda-se também. O site é meu e posto quando me der na telha, e isso pode se ler também como "quando eu conseguir escrever algo".

Enquanto todo mundo está por aí falando das especificações técnicas e todas as promessas do PlayStation 4, só agora (mas nem tão agora assim) que eu fui descobrir o XBox 360. Tecnicamente eu não sei dizer qual é melhor, XCaixa ou Play3, ou qual eu preferiria pra comprar, e esse também nem é o assunto principal do post.

A ideia de ir jogar o videogame mais legal na casa de seu amiguinho mais rico é bem antiga, eu já praticava isso desde a época que estava enjoando de meu Super Nintendo e me matava de gritar os coleguinha na porta de suas casas pra jogar o PS1. Fazendo isso, você desligava sua TV, que sua mãe falava que cegava e ia gastar energia elétrica na casa de outro, pra depois ouvir a mãe dele mandar você se afastar da tela.

O grande problema de ter que depender de outro pra jogar os novos e mais fodas games é que você não vai poder zerar o jogo, não vai poder liberar os achievements, não vai poder ficar de boa de zoa na lagoa e ainda por cima não terá recordes para bater, simplesmente terá de aturar e se contentar com as partidas em multiplayer ou na campanha cooperativa, que é massa na maioria das vezes.

Você não pode ir na casa de seu amigo todos os dias, ele nunca irá te emprestar o videogame, se ele ficar bravo por você estar ganhando a probabilidade de ele desligar o jogo são grandes, se ele vencer você não pode reclamar, na pausa pro lanche você fica sem graça e mesmo com fome diz que não quer, o dono da casa sempre vai ser o Player1 e jogar com o controle bom e mesmo ele sabendo que seu controle é muito pior ele não irá acreditar quando você culpar o analógico pelo gol tomado!

Porém, ir na casa do coleguinha é uma ação legal, passar tempo com um amigo, fazendo uma coisa que ambos gostam e ainda por cima gastando uma luz que não é sua, ou seja, jogar XBox sem custo algum. Ache um amigo com XBox 360 ou PS3 ou Wii ou um PC foda e explore o videogame dele você também! =D

Sabe o guri do Nintendo SIXTY-FÓÓÓUURRR? Abaixo temos a versão pegadinha dele:



"Be Happy!"... Não se contentando em matar 13 manolos em seguida no Deathmatch do Black Ops 2, mas também ganhando de 7x1 do dono do videogame no FIFA 13 com o inigualável e mitológico Jeju United.

[Sobre a foto: Presente da sua tia no Natal do ano passado.]

Post ao som de: Não ouvia nada.

15 de fev. de 2013

Dentista!

Vamos colocar uma broca na
boca e perfurar até a alma? Juntinhos? -n

Antes de começar realmente, queria já deixar claro que hoje em dia eu não tenho nada contra dentistas, aliás, minhas últimas visitas à esses doutores tem sido tranquilas. Este texto que vai ser lido por usted apenas traz os vários traumas que eu passei e que você provavelmente também.

Ontem eu tive uma consulta ao dentista, óbviamente eu não tenho mais pavor, porém, essa rara ocasião de ida ao doutor dos dentes me fez lembrar de tudo que eu já passei nessa coisa de "ir ao dentista". Após, sei lá, os 15 anos, o medo já não está presente, não há o desespero e o pavor da broca ou de ser xingado e obrigado a parar com os doces. Aos 15 você já nem come mais doces, quase.

Ao chegar no consultório de dentista você tem que passar por algumas fases. A primeira delas é a espera, que é interminável, uma obturação que demora 30 minutos parece o dobro e por aí vai. Pra você passar o tempo mais depressa, sempre, eu disse sempre, são disponibilizadas revistas variadas para seu deleite. Isso não é ruim, aliás, é legal ler revistas de 7 ANOS ATRÁS!! Quanto será que custa uma revista nova? Pelo menos colocasse uma do mesmo ano. O pior de tudo é que são revistas de fofoca!!! Nem pra ter uma revistinha do Batman, ou sei lá. Começa sempre bem.

Após a espera tentando ocupar a mente com outra coisa e fingir que não está ouvindo a broca furando o dente do coleguinha anestesiado lá dentro. Sua vez chega e aí você se desliga do mundo, tudo que você consegue pensar é "Mano do céu, como essa luz é forte!". A sensação de que você vai morrer e de que aquela luz é a "luz no fim do túnel" fica presente durante todo o procedimento.

Engraçado mesmo é que quando você é criança, para uma simples obturação, você toma uma anestesia. Quando você cresce, já com seus 15 anos, a anestesia não é mais necessária e é aí que você percebe que uma obturação sem anestesia dói bem menos. Com a anestesia você toma uma injeção, que dá a impressão de que a agulha foi parar dentro do seu cérebro, de tanto que o mano empurra, e depois que ela passa, tu fica com dor. Já sem a anestesia, não há injeção, quase não se sente nada, só uns cutucãozinhos e tá pronto, sem sequelas.

Engraçado mesmo é que você ia no dentista, tomava a anestesia, tinha apenas um dente obturado e quando passava o efeito da droga você sentia como se o doutor tivesse pegado uma batedeira e ligado em sua boca. Dentes que ele nem tocou, e que antes da consulta estavam perfeitamente normais, começam a doer com uma simples encostada do miojo, que é a única coisa que se pode comer.

Não bastasse todo esse pânico que os dentistas causam nas crianças, quando eu era criança e tinha uma locadora de filmes, adivinha qual o único filme no gênero de terror que eu via a capa e associava à coisas do meu dia a dia? O DENTISTA. Nunca tive coragem de ver esse filme, mas porra, é um filme de terror e eu vou no dentista, É ÓBVIO que ele vai me matar uma hora ou outra!!!

Fobias à parte, você provavelmente, como criança mimada que é, deve ter exagerado no que sentia, fazendo drama pra seus pais terem pena e você ganhar um presente. Eu ganhava. Mas como já disse, o tempo passa e "ir ao dentista" vira uma coisa rotineira, mesmo que você não use aparelho nem nada.

"Be Happy!"... Assistindo o trailer do filme que eu citei e que nunca vi e provavelmente nunca verei! Clique aqui pra ver o trailer em inglês porque é impossível achar legendado. =S

Post ao som de: Codependence - Sixx: A.M.

13 de fev. de 2013

Detona Ralph!

Vamos assistir? Juntinhos? -n

↑, ↑, ↓, ↓, ←, →, ←, →, B, A, Start. 

Na tentativa desesperada de voltar à ativa no blog, venho aqui hoje pra tentar escrever as resenhas que eu tanto adoro, só que não. Mas esse filme, que você já sabe qual é pelo nome do post e pela foto aqui do lado, realmente merece uma resenha, não pode passar batido. Ainda mais porque eu esperei bastante tempo pra assistir ele.

Detona Ralph é mais uma empreitada de animação da Disney, só que sem a Pixar, que, diga-se de passagem, prometia muito desde o começo. Quando vi o primeiro trailer, acho que há uns 5 meses, fiquei abismado de emoção e brilhinho nos olhos quando vi em uma mesma sala Robotnik, Bowser, um zumbi, Kano, talvez Noob Saibot (que agora é só Noob), fastasminha do Pac-Man, Zangief e M. Bison (que na verdade é Mike Bison e não Mister Bison!! Sim, sua infância foi uma mentira).

Quando peguei pra ver o filme ontem, não esperava nada da história, pensei que fosse mesmo um filme apelativo com muitos direitos de imagem envolvidos, mas não foi bem assim. Detona Ralph logo em seus primeiros minutos nos deixa num nível de nostalgia difícil de explicar. Não só isso, com o desenrolar da história você percebe que não é uma coisa superficial, mas um bom filme com um bom roteiro e divertido de se ver.

O filme conta a história do Detona Ralph, o vilão do game de fliperama Conserte Felix Jr., em busca de aceitação após sofrer bullying por mais de 30 anos, basicamente você só precisa saber disso.

Achei muito interessante o modo que os produtores conseguiram misturar o mundo dos videogames introduzindo os personagens famosos que adiquiriram direito de imagens interagindo entre si. Como quando Ryu para o Shoryuken no meio e chama Ken para tomar uma breja. Ou quando estão todos os vilões em uma espécie de Vilões Anônimos e o Kano vai lá e arranca o coração do zumbi ao seu lado *-*. Até colocaram um cara do mal pra ser tipo o Último Boss do jogo, digo, filme.

Cheio de personagens carismáticos, Detona Ralph realmente é um filme divertido que dá pra assistir várias vezes. Após assistir fiquei com vontade de procurar games de arcade pra brincar, porque a sensação nostálgica, mesmo quando é um personagem criado pela própria Disney, pro filme, é enorme.

Realmente recomendo esse filme pra você que gosta de videogames, pra você que gosta de animações e também pra você que só quer ver um filme legal, com uma história envolvente. Sério, eu gostei bastante. Mas leve em conta que o Bison, por exemplo, não vai aparecer pra acabar com o Ryu e o Ken que estão ajudando o Ralph! Eles só fazem uma ponta no filme, =D.

"Be Happy!"... Fazendo *-* quando o Sonic aparece dando uns avisos num telão e gritando bem alto: "CHUPA, MÁRIO!"

Post ao som de: Rain Song - Girls Dead Monster

4 de fev. de 2013

Falta de Avisos!

Vamos dar desculpas? Juntinhos? -YEP

WHAT'S UP MANOLETS DA VIBE MAROTA DO ROCK N' ROLL E DOS VIDEOGAMES DA VIDIS? Sim, esse foi o "oi" mais tosco de todos desde o começo do blog. Enfim, olá pessoas que acompanham o blog quando eu mando o link, como vão?

A audiência desse blog consiste em poucos leitores e alguns desavisados que passam sem querer, mas isso não significa que um aviso de férias seja indispensável. A lacuna enorme que esse blog passou não foi porque eu desisti dele, ou porque eu passei por um daqueles momentos que não escrevo nem frases pro Twitter, eu simplesmente tava de férias.

Um aviso prévio já viria a calhar, só pra não ficar um buraco do nada na home. Mas eu não fiz isso, por que?, eu não sei, só não fiz mesmo.

Bom, já que estamos aqui, vou listar alguma coisas que ocorrerão (ou não, nunca se sabe) nesse ano aqui no blog:
1.: Vou tentar escrever pelo menos umas duas vezes por semana. Isso não é uma promessa, até porque não faria diferença, já que eu raramente cumpro promessas, até por isso não faço muitas.

2.: Cada vez mais procurarei "outras opiniões" pra colocar aqui, ou seja, vou tentar empurrar o dever de escrever textos paras amigos meus enquanto eu não faço nada.

3.: A não ser que ocorra uma reviravolta enorme, eu pararei de gravar Vlogs (ou Videocasts, chame como quiser). Por mais difícil de acreditar que seja, gravar é muito difícil, o equipamento que eu tenho não ajuda, editar enche o saco e eu não tenho ajuda nenhuma. Aliás, gravar pra quê? Eu sempre dizia que gravava para meus amigos, pra eles rirem, mas é claro que eu sempre quis ter repercussão. E como, no último vlog, eu tive que gravar durante duas horas, editar durante cinco e esperar por mais duas enquanto o vídeo upava pra que no final das contas ele fosse bloqueado pelo YouTube por DIREITOS AUTORAIS, depois fosse desbloqueado, mas tivesse apenas 95 views e 6 likes. Muito trabalho pra muita dor de cabeça e pouco feedback. Quem sabe se eu tiver ajuda eu continue, mas é bem improvável, desculpe.

4.: Também não sei quanto aos gameplays e cover. Os gameplays dão muitos bugs na hora de gravar e como eu não tenho os adaptadores necessários pra gravar o áudio com qualidade os covers não ficam pra tráz.

5.: Vou, cada vez mais, escrever de um jeito mais relaxado, com mais piadas, pois assim eu passo um pouco da graça que eu me imagino falando o tal texto pra você, caro leitor. Colocarei expressões que eu uso na fala, expressões em inglês e muitos erros de português propositais.

Por enquanto não vem mais nenhum aviso na cabeça, se caso vier eu falo pelo Twitter ou pelo Facebook. Mas acho que esses são mesmo os principais. Se você está de acordo com eles, Ok, se não, venha falar comigo e quem sabe consigamos resolver algo.

FIM DAS FÉRIAS DO BRÓGUE, VAMOS VORTÁ A ISCREVÊ NESSA BUDÉGA, POURA!! =D

"Be Happy!"... E seja bem-vindo de novo.

Post ao som de: Alien Nation - Scorpions

21 de dez. de 2012

Videocast ou Vlog, tanto faz!

Vamos assistir? Juntinhos? -n

Após 19234184019 gameplays, fiz um vlog sobre um assunto, na verdade vários assuntos, mas uma ideia que tive na madrugada do dia 20. Isso era pra ser um post aqui do blog, mas resolvi fazer o vídeo porque... Sei lá porque.

"Verdades que precisam ser ditas" é o nome da bagaça. No vídeo eu falo o que realmente acho sobre alguns assuntos variados:

*Séries: How I Me Your Mother, The Big Bang Theory, The Walking Dead, American Horror Story, Go On, etc.
 *Flmes: Star Wars, Senhor dos Anéis, Hobbit, Mercenários, Click, etc.
*Animes: Dragon Ball Z, One Piece, Naruto, Digimon, Pokémon, etc.
*Música: Legião Urbana, The Beatles, Guns N' Roses, Iron Maiden, AC/DC, Muse, Coldplay, etc.
*Games: PES, FIFA, GTA, Mortal Kombat, Call Of Duty e Battlefield.
*Umas coisinhas aleatórias: Fim do Mundo, Facebook, Funny Boys, Responsabilidades, etc.

Provavelmente em vários pontos você irá discordar de minha opinião, por isso peço que comente.

Não se esqueça de se inscrever no meu canal, de dar joinha e, se tu gostou mesmo, favoritar o vídeo, porque assim eu fico rico e compro uma câmera pra fazer vídeos melhores.

O que achou? Mande críticas, ofensas e sugestões para:
Twitter: @Tiesco_666
e-mail: coestipimentel@hotmail.com
Facebook: Tiesco Pimentel
Ou nos comentários mesmo! =D

Ó O VÉDIO AQUI:


"Be Happy!"

Post ao som de: Não ouvia nada.

20 de dez. de 2012

Afterglow!

Post by: Herminho do Face e/ou Herminho do Twitter.

AFTERGLOW - BLACK COUNTRY COMMUNION (2012)

Black Country Communion é um supergrupo formado pelo baixista/vocalista Glenn Hughes (ex-Deep Purple e Black Sabbath), o baterista Jason Bonham (Led Zeppelin), o tecladista Derek Sherinian (ex-Dream Theater) e Joe Bonamassa.

Os chamados "supergrupos" sempre causam certa desconfiança. Alguns acham que a motivação que une essas estrelas é puramente financeira, enquanto outros criam expectativas exageradas em cima da sonoridade, uma vez que todos são muito bem-sucedidos separadamente. Mas aqui está um caso raro de experiência, técnica e química completamente aliadas.

"Afterglow" é o mais novo trabalho da banda. E, pelo o que parece, será o último. O supergrupo andou tendo alguns desentendimentos - para ser mais específico, entre Joe Bonamassa e Glenn Hughes. Enquanto Hughes afirma que quer um projeto em que os integrantes o levem de forma exclusiva, Bonamassa continua se dedicando à sua carreira solo, deixando a banda estacionada em alguns momentos. Em vários momentos, o frontman deu a entender que Afterglow fecha a discografia da banda.

O fato é que o quarteto preparou um trabalho formidável. "Afterglow" é calcado no Hard Rock dos anos 1970, com uma forte influência de blues. Os riffs são bastante cadenciados e com pausas bem sacadas.

"Big Train" tem um início truncado. Logo a faixa de abertura se revela um Hard Rock malandro e de qualidade. Tem até um momento melódico em seu meio, acentuado pela presença de Derek Sherinian. Mas em sua integridade, se trata de uma paulada. "This Is Your Time" segue com um bom riff com linhas de guitarra e baixo sincronizadas. O refrão, grudento, é potencializado pela exuberante interpretação vocal de Glenn Hughes. Não dá pra acreditar que aos 61 anos ele tenha preservado sua voz tão bem.

A trinca "Midnight Sun", "Confessor" e "Cry Freedom" é o grande momento do álbum, sendo que esta última talvez seja uma das melhores músicas da carreira do grupo. A faixa título, "Afterglow", tem a cara dos dois trabalhos anteriores. Aqui, a influência do Zeppelin toma conta: há uma certa complexidade na composição que remete ao renomado quarteto britânico.

"Dandelion" engana: parece que vai colocar o pé no acelerador novamente, mas o ritmo logo cai. Depois volta frenética e por aí vai. A balada "The Circle" tem show particular de Glenn Hughes nos vocais, só pra variar. Em "Commom Man", Joe Bonamassa divide os vocais com Hughes. Jason Bonham se mostra, mais uma vez, um grande baterista, encarnando o pai (John Bonham) com uma pitada de Neil Peart.

"The Giver" é uma balada menos zeppeliana. Ou seja, tem uma cara mais comercial. "Crawl", truncada e com um peso de forma sedutora, fecha o trabalho com maestria. Destaque para o momento solo de Bonamassa. O guitarrista é realmente diferenciado.

Será uma pena se Hughes e Bonamassa não se entenderem e o Black Country Communion parar de gravar. De qualquer maneira, a banda já fez sua parte e a alegria de muitos apreciadores do bom e velho rock n' roll. Fica a aula para a nova geração.

Para tornar a experiência completa, procure a versão que traz um DVD bônus. Além de um "making of" de 45 minutos com depoimentos dos músicos, trechos de ensaios, temos o Black Country Communion tocando quatro canções do "Afterglow" em estúdio.

A banda postou vários vídeos no YouTube falando sobre o álbum. É só pesquisar. ;)

Post ao som de: Crawl - Black Country Communion